Author: Rui

  • Pequena carta à guitarra

    Este texto começou por chamar-se “Carta à Minha Guitarra”, mas rapidamente concluí que não faria sentido. Pelas minhas contas, passaram-se um par de anos a menos de duas décadas desde que comecei a ter guitarras. Desde então? Gastei muito, pouco, troquei com aquele, troquei com o outro, pedi emprestado, porque…

  • Eu, o texto

    Tenho plena consciência de que este texto, que vim a magicar e imaginar no comboio sem grandes limites ou conclusões, vai acabar a ser lido por outras pessoas. É mais forte que eu. Não sei se vai para o site ou para as redes, se fica pela Andreia e mais…

  • Saúde mental, parte 2: o peso

    Ora muito bem, boa tarde às três pessoas que vão ler este texto e a quem, desde já, deixo um enorme agradecimento por o fazerem, sem ironia. Já não escrevia para aqui desde agosto. Parece que foi ontem mas, simultaneamente, confesso que aparenta ter sido noutra vida. Comecei a trabalhar…

  • O texto da loucura humana

    Não me sentiria bem caso não revelasse à priori que o título deste texto deriva diretamente do projeto-livro de Nathan Glass, narrador e personagem de As Loucuras de Brooklyn, de Paul Auster. No livro, Nathan  atira-se ao projeto de escrever uma obra de seu nome “O Livro da Loucura Humana”. …

  • Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster e demais assuntos

    Tenho para mim que a forma como escrevo não é a ideal, de certa forma. De jorro, sem pensar muito (acho eu), o que pode redundar em alguma confusão ou ausência de nexo  cronológico e até de ideias. Neste texto quero falar de um livro, dividido em três histórias, mas…

  • Porquê escrever?

    Quando tinha, sei lá, uns 6 ou 7 anos, já lia A Bola. Pouco tempo depois, e porque na altura custava uns meros 60 cêntimos, lá ia eu à mercearia da Ti Florinda e do Ti Estevão comprar o jornal. E, assim, ficou decidido desde cedo: queria ser jornalista desportivo.…

  • Saúde mental, parte 1

    Foi na pré adolescência, algures entre o 11 e os 13 anos, seguramente na altura em que comecei a jogar basquetebol. Já agora, dizer como é engraçada a dualidade e a ambivalência da vida, com estes anos no desporto a causarem-me tanto traumas, como memórias felizes e inesquecíveis. Mas foi…

  • Primeiro passo

    O primeiro passo seria sempre escrever este texto, possivelmente tão semelhante a tantos outros que fui escrevendo sempre que me tentei aventurar em… não sei, chamemos-lhes projetos pessoais ou algo do género. Também não importa muito, se querem saber a minha humilde opinião de redator deste texto e chateador nato…