Category: Cultura

  • Memórias do Estrangeiro Subterrâneo: empurra e puxa

    Serve este texto para responder a uma data de perguntas que ninguém fez. Nem vocês, nem eu e, falando por mim, certamente, pelo menos, não da forma correta. Vamos por partes e pelo preâmbulo necessário. Na minha necessidade de wannebismo e procura em sítios estranhos, dei por mim a realizar…

  • A Graça – um conto

    A Graça – um conto

    Desciam a rua em ambivalência. A bisavó, radiante como era seu apanágio nos últimos tempos, apertava uma mão desconfiada, suada e pequena: a bisneta. Moravam apenas as duas, desde que os pais da criança tinham saído fatalmente da equação. O trabalho pode ser uma coisa perigosa. Ou, quiçá, aquilo que…

  • Prefácio

    Parte 1: Elvanse e avance, senhor Rui Já li vários prefácios e vocês também. Se me pedirem para explicar o que é um prefácio, não sei se tenho um conjunto de conceitos absolutos sobre o tema, mas dou-lhe o jeito. Vocês idem. Este texto, mesmo que eu ache nunca ter…

  • Pequena carta à guitarra

    Este texto começou por chamar-se “Carta à Minha Guitarra”, mas rapidamente concluí que não faria sentido. Pelas minhas contas, passaram-se um par de anos a menos de duas décadas desde que comecei a ter guitarras. Desde então? Gastei muito, pouco, troquei com aquele, troquei com o outro, pedi emprestado, porque…

  • O texto da loucura humana

    Não me sentiria bem caso não revelasse à priori que o título deste texto deriva diretamente do projeto-livro de Nathan Glass, narrador e personagem de As Loucuras de Brooklyn, de Paul Auster. No livro, Nathan  atira-se ao projeto de escrever uma obra de seu nome “O Livro da Loucura Humana”. …

  • Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster e demais assuntos

    Tenho para mim que a forma como escrevo não é a ideal, de certa forma. De jorro, sem pensar muito (acho eu), o que pode redundar em alguma confusão ou ausência de nexo  cronológico e até de ideias. Neste texto quero falar de um livro, dividido em três histórias, mas…

  • Porquê escrever?

    Quando tinha, sei lá, uns 6 ou 7 anos, já lia A Bola. Pouco tempo depois, e porque na altura custava uns meros 60 cêntimos, lá ia eu à mercearia da Ti Florinda e do Ti Estevão comprar o jornal. E, assim, ficou decidido desde cedo: queria ser jornalista desportivo.…

  • Primeiro passo

    O primeiro passo seria sempre escrever este texto, possivelmente tão semelhante a tantos outros que fui escrevendo sempre que me tentei aventurar em… não sei, chamemos-lhes projetos pessoais ou algo do género. Também não importa muito, se querem saber a minha humilde opinião de redator deste texto e chateador nato…