Category: Escrita
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Memórias do Estrangeiro Subterrâneo: empurra e puxa
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Serve este texto para responder a uma data de perguntas que ninguém fez. Nem vocês, nem eu e, falando por mim, certamente, pelo menos, não da forma correta. Vamos por partes e pelo preâmbulo necessário. Na minha necessidade de wannebismo e procura em sítios estranhos, dei por mim a realizar…
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A Graça – um conto
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Desciam a rua em ambivalência. A bisavó, radiante como era seu apanágio nos últimos tempos, apertava uma mão desconfiada, suada e pequena: a bisneta. Moravam apenas as duas, desde que os pais da criança tinham saído fatalmente da equação. O trabalho pode ser uma coisa perigosa. Ou, quiçá, aquilo que…
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Atenção! Atenção? Atenção, atenção; mas atenção: atenção.
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“bem, não me divertia tanto há bué e em tão poucos minutos. entrei em flow state aqui com uns acordes e uns riffs manhosos na guitarra afinada meio tom abaixo e dei por mim a abanar me todo a abanar a guitarra e o caraças, só parei porque me caíram…
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Prefácio
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Parte 1: Elvanse e avance, senhor Rui Já li vários prefácios e vocês também. Se me pedirem para explicar o que é um prefácio, não sei se tenho um conjunto de conceitos absolutos sobre o tema, mas dou-lhe o jeito. Vocês idem. Este texto, mesmo que eu ache nunca ter…
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Rui & Tempo, uma relação tóxica. Vol. 1
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“No one told you when to run, you missed the starting gun” A música não vai durar a redação inteira deste texto, mas serve o pretexto, não é? Já muitas vezes, ao longo dos anos, me disseram que uma das minhas tatuagens (já mostro aqui no texto ou no Instagram)…
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Carta ao Rui de 12 anos
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Querido Rui Miguel Dias Salvador, nascido a 15 de fevereiro de 1991, residente em Negrais, estudante em Montelavar, atleta federado de basquetebol dos Lobos da Malveira. Estás neste momento num período que podemos situar entre 2002 e 2004. Para efeitos deste texto e exercício, digamos que estás agora com 12…
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Eu, o texto
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Tenho plena consciência de que este texto, que vim a magicar e imaginar no comboio sem grandes limites ou conclusões, vai acabar a ser lido por outras pessoas. É mais forte que eu. Não sei se vai para o site ou para as redes, se fica pela Andreia e mais…
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Saúde mental, parte 2: o peso
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Ora muito bem, boa tarde às três pessoas que vão ler este texto e a quem, desde já, deixo um enorme agradecimento por o fazerem, sem ironia. Já não escrevia para aqui desde agosto. Parece que foi ontem mas, simultaneamente, confesso que aparenta ter sido noutra vida. Comecei a trabalhar…
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O texto da loucura humana
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Não me sentiria bem caso não revelasse à priori que o título deste texto deriva diretamente do projeto-livro de Nathan Glass, narrador e personagem de As Loucuras de Brooklyn, de Paul Auster. No livro, Nathan atira-se ao projeto de escrever uma obra de seu nome “O Livro da Loucura Humana”. …
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Trilogia de Nova Iorque, Paul Auster e demais assuntos
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Tenho para mim que a forma como escrevo não é a ideal, de certa forma. De jorro, sem pensar muito (acho eu), o que pode redundar em alguma confusão ou ausência de nexo cronológico e até de ideias. Neste texto quero falar de um livro, dividido em três histórias, mas…
