A probabilidade deste texto sair uma merda, ainda mais que os outros, é de um monstruosidade de gigante. Por vários motivos: entro ao trabalho em vinte minutos, estou a escrever no telemóvel e, muito sinceramente, as cerca de 130 páginas de Camus não foram nada fáceis de assimilar.
Não vou entrar aqui nas minhas típicas jogadas de dizer que sou burro ou limitado ou outra merda qualquer. Não desta vez. Arrisco-me, no entanto, ao escrever sobre o Mito de Sísifo, a falhar a toda a linha, acertando sempre pois é a minha consciência. Grandes conclusões filosóficas? Acho que não tenho, peço desculpa.
Mas tenho isto…
“É preciso imaginar Sísifo Feliz” foi a frase marcante do primeiro livro de filosofia que li. Segundo o autor, é só re o absurdo e eu, curioso, acho que o assumir da esperança é do paradoxal eterno que não vem é certo.
Não tenho medo de escrever estar a discordar de Camus sem querer, ou wtv,mas que gosto, que prazer, que livro arte, que escrita fantástica, tão.diferente do que estou habituado.
seguem-se Nietzsche e Rick Rubin,parelha engraçada eu sei, mas apenas mais um passo na direção do hoje, sabendo que a espera do eterno. Ao é solução, que não existe, que devo fazer o luto e estar aqui, agora.
por falar nisso, vou pegar na minha ansiedade e vou trabalhar. Obrigado.
